“Com amor eterno eu te amei; por isso, com
benignidade te atrai”.
(Jeremias 31.3).
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Se há algo que
podemos dizer ser extremamente generoso, esse é o amor de Deus.
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Generosidade é a
qualidade que expressa à capacidade de doação, de constante entrega, de
permanente oferecimento.
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O generoso se dispõe
e continua se dispondo, não fazendo caso das circunstâncias. Havendo fartura ou
falta, eis que a generosidade se faz presente. Sempre está à busca de uma
oportunidade para demonstrar sua capacidade de amar.
Três verdades bíblicas sobre o Amor:
1) O AMOR É DE DEUS
“Deus prova o seu próprio amor para conosco
pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos
5.8).
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Deus não esperou uma
mudança de status de nossa parte para conceder o seu eterno amor; Ele nos ama,
mesmo que sejamos pecadores.
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Não foi qual quer
mudança acontecida no homem que motivou o amor de Deus, ao contrário, foi seu
imenso amor que nos propiciou a mudança, a transformação, a conversão.
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Deus não ficou no
aguardo de eventual melhoria de nossa condição para revelar seu amor; foi seu
amor que trouxe a melhoria tão ansiada pelo nosso coração.
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O texto mais
conhecido da Bíblia fala deste generoso amor:
“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu
seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida
eterna” (João 3.16).
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O destaque desta
passagem é justamente a expressão “amou de tal maneira que deu...”, ou seja, o
amor foi tão generoso que levou o SENHOR a oferecer, entregar seu Filho pela
nossa redenção.
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João coloca esta
realidade como fruto do amor de Deus:
“Vede
que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de
Deus” (I João 3.1).
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Somos gerados de novo
estritamente por um magnânimo gesto de amor, fomos feitos novas criaturas por
que aprouve ao SENHOR demonstrar o seu amor para conosco. Somos fruto do amor.
2) DEUS É AMOR.
"Deus é amor" (I João 4.8).
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O amor é um dos
atributos de Deus; não é o único, por isso, reduzir Deus ao seu amor é
empobrecer a riqueza de seu ser; no entanto, em Deus o amor assume tamanha
proporção que pensar no amor é pensar em Deus, e pensar em Deus é pensar no
amor.
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Por ser amor, Deus só
pode amar, e tudo faz movido por amor.
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O que vale dizer,
Deus não pode, por sua natureza amorosa, deixar de amar, Deus não pode não
amar. Ele sempre ama, mesmo quando tem que exercer sua justiça, que também é um
de seus atributos essenciais.
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A prática de sua
disciplina é um bom exemplo do que estamos falando. Por sermos falhos,
carecemos de disciplina; ao sermos disciplinados pelo SENHOR, não devemos
tomá-lo como exageradamente severo; ao contrário, devemos acolher a disciplina
como um ato de amor do Pai celestial, “porque o SENHOR corrige a quem ama”
(Hebreus 12.6).
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Quem está sem
correção, está, também, sem paternidade divinal.
3) O AMOR DE DEUS É
ETERNO.
“o amor jamais acaba” (I Coríntios 13.8)
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Quanto alguém pode
amar?
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Não há medidores
seguros capazes de nos informar acerca da duração e da intensidade do amor. Mas
a Palavra de Deus afirma que há.
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A Bíblia faz uma
inigualável descrição do amor, revelando sua beleza e plasticidade, sua
profundidade e conteúdo, sua origem e sua finalidade, e encerra, elevando o
amor ao topo do pedestal - “o maior de todos é o amor” (I Coríntios 13.13).
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Questões para
refletir:
o 1. Algumas vezes pensamos que Deus não nos ama mais ou
não nos ama tanto assim? O que nos leva a pensar assim?
o 2. Que idéia fazemos de Deus quando excluímos o seu amor?
o 3. Sendo agraciados pelo generoso amor de Deus, temos
sido generosos uns para com os outros, revelando igualmente amor para com o
nosso próximo?
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O AMOR DE DEUS NÃO
FALHA!!!