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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"Com amor eterno eu te amei"

“Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atrai”.
(Jeremias 31.3).

·        Se há algo que podemos dizer ser extremamente generoso, esse é o amor de Deus.
·        Generosidade é a qualidade que expressa à capacidade de doação, de constante entrega, de permanente oferecimento.
·        O generoso se dispõe e continua se dispondo, não fazendo caso das circunstâncias. Havendo fartura ou falta, eis que a generosidade se faz presente. Sempre está à busca de uma oportunidade para demonstrar sua capacidade de amar.
Três verdades bíblicas sobre o Amor:

1)    O AMOR É DE DEUS
“Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8).

·        Deus não esperou uma mudança de status de nossa parte para conceder o seu eterno amor; Ele nos ama, mesmo que sejamos pecadores.
·        Não foi qual quer mudança acontecida no homem que motivou o amor de Deus, ao contrário, foi seu imenso amor que nos propiciou a mudança, a transformação, a conversão.
·        Deus não ficou no aguardo de eventual melhoria de nossa condição para revelar seu amor; foi seu amor que trouxe a melhoria tão ansiada pelo nosso coração.
·        O texto mais conhecido da Bíblia fala deste generoso amor:
“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
·        O destaque desta passagem é justamente a expressão “amou de tal maneira que deu...”, ou seja, o amor foi tão generoso que levou o SENHOR a oferecer, entregar seu Filho pela nossa redenção.
·        João coloca esta realidade como fruto do amor de Deus:
“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (I João 3.1).
·        Somos gerados de novo estritamente por um magnânimo gesto de amor, fomos feitos novas criaturas por que aprouve ao SENHOR demonstrar o seu amor para conosco. Somos fruto do amor.
  
2)    DEUS É AMOR.
"Deus é amor" (I João 4.8).

·        O amor é um dos atributos de Deus; não é o único, por isso, reduzir Deus ao seu amor é empobrecer a riqueza de seu ser; no entanto, em Deus o amor assume tamanha proporção que pensar no amor é pensar em Deus, e pensar em Deus é pensar no amor.
·        Por ser amor, Deus só pode amar, e tudo faz movido por amor.
·        O que vale dizer, Deus não pode, por sua natureza amorosa, deixar de amar, Deus não pode não amar. Ele sempre ama, mesmo quando tem que exercer sua justiça, que também é um de seus atributos essenciais.
·        A prática de sua disciplina é um bom exemplo do que estamos falando. Por sermos falhos, carecemos de disciplina; ao sermos disciplinados pelo SENHOR, não devemos tomá-lo como exageradamente severo; ao contrário, devemos acolher a disciplina como um ato de amor do Pai celestial, “porque o SENHOR corrige a quem ama” (Hebreus 12.6).
·        Quem está sem correção, está, também, sem paternidade divinal.
                                                
3)    O AMOR DE DEUS É ETERNO.
“o amor jamais acaba” (I Coríntios 13.8)

·        Quanto alguém pode amar?
·        Não há medidores seguros capazes de nos informar acerca da duração e da intensidade do amor. Mas a Palavra de Deus afirma que há.
·        A Bíblia faz uma inigualável descrição do amor, revelando sua beleza e plasticidade, sua profundidade e conteúdo, sua origem e sua finalidade, e encerra, elevando o amor ao topo do pedestal - “o maior de todos é o amor” (I Coríntios 13.13).
·        Questões para refletir:
o   1. Algumas vezes pensamos que Deus não nos ama mais ou não nos ama tanto assim? O que nos leva a pensar assim?
o   2. Que idéia fazemos de Deus quando excluímos o seu amor?
o   3. Sendo agraciados pelo generoso amor de Deus, temos sido generosos uns para com os outros, revelando igualmente amor para com o nosso próximo?
·        O AMOR DE DEUS NÃO FALHA!!!